quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Jogos que mereciam uma versão para celulares




Olá a todos, a um tempo atrás eu tinha um Nintendo DS, que usava para jogar, enquanto estiver no trabalho ou viajando, porem de um tempo pra cá, cada vez menos usava, pois os motivos eram que jogar um video game portatil no ônibus, no meio da rua ou em algum outro canto é que não é a mesma coisa que jogar em casa e também jogar um video game portatil nestes lugares é muito sucetivel a furtos, video games como PSP e Nintendo DS servem mais para jogar quando for viajar para outro estado ou cidade, até mesmo em caso de apagão. Por outro lado descobri que algumas produtoras estão testando alguns jogos como port para celular, para ultilizar da melhor forma possivel a função touchscreen e fiquei surpreso com o que foi feito. Megaman para android por exemplo, ele reduz o frame-rate e a função touch responde os comandos de forma rapida e precisa, tudo para adaptar da melhor forma possivel para celulares e outro que fiquei surpreso foi Final Fantasy, por serem batalhas de turno, a experiencia fica muito melhor e muito mais interessante, já até fiquei viciado em Final Fantasy IV para Android. Por isso andei pensando que mais jogos seriam bons para se adaptar como port para celular, para ultilizar a função touchscreen da melhor forma possivel nos jogos. Aqui vai as minhas sugestões:


Wolfenstein 3D



A Bethesda conseguiu portar o classico Doom para celulares, ultilizando a jogabilidade da seguinte forma. Na lateral direito você usa os movimentos, no centro você abre as portas e na lateral esquerdo, você atira. A jogabilidade é um pouco discutivel, tem gente que gostou e tem gente que odiou. De fato atrapalha um pouco, mas não prejudica a diversão e você pode zerar o game sem problemas. Um game que podia usar esse recurso sem problemas é Wolfenstein 3D, o game se ambienta em um corredor com varios labirintos, usar o mesmo recurso de Doom, pode deixar a jogabilidade bem mais fluida do que em Doom.

The Legend of Zelda: Phantom Hourglass e The Legend of Zelda: Spirit Tracks



Esses dois games da franquia Zelda para nintendo DS, você ultilizava a caneta inclusva do video game portatil para movimentar o Link, caso não tinha, teria que usar o dedo. Caso for portar esses dois games para Android, usando o mesmo recurso, desta vez como função touchscreen para movimentar o link.

Contra




Classico do nintendinho que embora tenha versão, mas é emulavel e não é oficial é Contra, porem para que o game receba um port digno e quem sabe lançe as outras versões da franquia é que podia ter um tiro automático, da mesma forma como foi o port do game Raiden Legacy, apenas com botão de movimento de maneira invisivel, não poluindo o game e assim o jogador não fique se atrapalhando todo enquanto joga.

Castlevania



Já que indiquei Contra e temos Megaman recebendo um port digno para android, por que não seu concorrente não deva receber? Castlevania podia inicialmente lançar as versões para nintendinho com os botões na laterais, com um wallpaper ilustrado, para não poluir, um framerate reduzido, para que o jogador raciocine melhor o pulo. Opções de save game após concluir a fase. Se a estrategia der certo, podiam lançar outros games como Super Castlevania IV, Castlevania Bloodlines e até mesmo Castlevania Rondo of Blood.

Front Mission



Um genero que combina super bem com aparelhos celulares android são os RPG Taticos e uma franquia que podia receber um port seria Front Mission, um classico do Super Nintendo, pois a função touchscreen é bem vinda para games como esse.

Fire Emblem




Tá certo que tivemos Fire Emblem Heroes para Android, mas infelizmente este só é possivel jogar on-line, agora para quem quiser jogar off-line com a compra do software para ficar em sua conta seria os games da franquia Fire Emblem, recomendo a nintendo lançar todas as versões da franquia para Android, assim podendo se divertir em qualquer lugar.

Descent




Um game que pode adaptar e explorar melhor a função touchscreen é FPS de nave Descent, com o toque, você pode movimentar a nave, contendo apenas um botão para acelerar, um para atirar e outro para atirar o missil.

Pokemon Fire Red & Pokemon Leaf Green



Assim como comentei que os J-RPG de turno são muito bem jogaveis para celulares android, os jogos da franquia pokemon podiam ganhar ports para celulares, as opções poderiam ser bem melhor usados para as funções touchscreen.

Mario Kart 64



Se já tivemos Zelda, Fire Emblem e Pokemon na lista, nada mais justo que Mario ter uma versão oficial e off-line, da seríe Mario Kart podendo ser a melhor versão de Nintendo 64, com aceleração automatica, apenas dois botões um para dar aceleração maxíma e outro para atirar as armas que você recebe.

Phantasmagoria 


Outro genero que combina bem com a função touchscreen para celulares é o genero point & click, onde você clica com o mouse em um ponto, onde o personagem vai sozinho e nada mais justo que um classico do pont & click ter uma versão para android Phantasmagoria 1 e 2 mereciam uma versão para android.

Criatura Crunch



Já que falamos de point & click, quem lembra do super games folha, onde a cada semana, a cada compra de um jornal, ganhava um jogo para computador. Se você foi um dos felizardos que colecionava, se lembra do Criaturas Crunch, ter uma versão para Android seria top demais.

Megaman X Command Mission



Se tivemos Megaman para android e como falei RPGs para celulares combinam super bem, por que não fazer um port da versão JRPG do Megaman X para android?

Rockman Battle & Chase


Se indiquei Mario Kart, O game de corrida para android do Megaman, com as mesmas funções, seria interessante de jogar.

Breath of Fire



Pra finalizar, um JRPG que está faltando é sem duvida Breath of Fire, eu sei que BoF6 tem para celulares, porem a Capcom podia lançar os 5 games da franquia para android, aproveitando da função touchscreen para acionar os menus.

E na sua opinião que jogos deveriam receber um port para celulares androids?​

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Analise (ou recomendação): Dragon Quest: Your Story



Olá a todos, dia 13 de Fevereiro chegava aos cinemas o live-action do Sonic, entretanto também chegava as plataformas streamings da Netflix outra produção, desta vez em animação, baseado em um game de maior sucesso Dragon Quest: Your Story, os fãs de video game e os otakus podiam conferir os dois para ver se quem sabe, pode virar a ser um novo fã da franquia de jogos, mas será que Dragon Quest é tão bom, quanto Sonic?


O longa é baseado no game Dragon Quest V que saiu para Super Nintendo, Nintendo DS, playstation 2 e até mesmo para celulares Android e iOS, dizem ser um dos melhores, infelizmente não me aprofundei muito nessa franquia, porem farei uma analise do longa e farei o possivel, para deixar o menos imparcial para não mexer muito na franquia, mas sim se ele vale a pena ser visto e se pode ser uma porta de entrada para quem for se aventurar nos games.



Na historia, somos apresentados Luca que teve sua mãe raptada por Ladja, seu pai Pankraz decide acompanhar seu filho e o principe Harry em uma jornada, para salvar sua esposa Madalena, porem falha e acaba morrendo. Luca e Harry então são feito de escravos, porem fogem e Luca decide fazer o que Pankraz não conseguiu, salvar sua mãe Madalena.


O anime tem um visual muito bonito e é um dos maiores destaques na obra e a trilha sonora é maravilhosa, temos varias referencias ao game, como a introdução faz uma homenagem ao jogo de 16 bits. A cena do triangulo amoroso entre Luca, Bianca e Nera é uma das melhores, a cena do confronto entre Luca e Bjørn é épica e sensacional, além disso no meio do longa somos presentiados pelos um dos momentos mais memoraveis de Dragon Quest V e presente neste movie, sem falar do plot twist final.



Dragon Quest: Your Story é uma obra simplista, mas rende momentos muito épicos, recomendo muito para quem quer começar a se interessar a se aventurar pela franquia Dragon Quest ou mesmo para quem quer uma obra mais descontraida, alias após assistir, veja também o anime baseado na franquia, que fez muito sucesso no Brasil Fly - O Pequeno Guerreiro e que vai ganhar remake.​



Caso tenha visto o anime e queira acompanhar o game Dragon Quest V, tem o jogo para Android.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Analise (ou recomendação): Sonic: O filme



Olá a todos, este final de semana, fui visitar minha namorada e aproveitei que estreou o longa metragem baseado na franquia de games Sonic The Hedgehog para assistir, filme que a um tempo atrás gerou muita controversa devido ao visual nada fiel e ainda feio comparado com o Sonic que estamos acostumados a ver, a galera reclamou e a produção ouviu, mas mesmo com o visual corrigido e bastante fidelizado com o Sonic salvaria o todo o complemento do filme?

Sonic já houve varias adaptações, para quadrinhos e desenhos, algumas muito boas, outras nem tanto, alias quem foi a pessoa que teve a ideia de jericó, de colocar Sonic em uma banda de rock em Sonic Underground? Eu mesmo estava muito cetíco com o filme, mesmo com o visual corrigido, pois sería apenas um cosplay em meio a um roteiro sem nexo com o personagem de tal forma como foi Sonic Underground, agindo de tal forma como Sonic de verdade não agiria.

Pois bem, o filme faz uma verdadeira lição de casa de como adaptar um video game para as telonas.


Na historia, Sonic pertence a um mundo chamado Mobius, com um visual similiar a Green Hill Zone e sendo criado por uma Coruja, após ser atacado por uma tribo que estão a captura do Sonic, a Coruja pede para o Ouriço fugir para outro mundo, utilizando dos aneis que tem o poder de teletransporte, antes de morrer a Coruja pede para Sonic que não seja visto por ninguém, caso contrario teria de ir para outro mundo. O tempo passou e Sonic já mais adulto agora está em nosso mundo, passando a gostar dele, porem está cansado de viver sozinho, as escondidas, mesmo sabendo dos riscos de ser descoberto, um dia ele sem querer causa um apagão na cidade de Green Hills, Montana. O que causa estranhesa e preocupação do governo. Para investigar sobre o incidente, eles enviam um cientista questionavel, porem necessário em casos como esse Dr. Ivo "Eggman" Robotinik, interpretado por Jim Carrey, enquanto isso Sonic se despede do mundo e diz que vai ser forçado a viver em um mundo de cogumelos (fazendo referencia ao Super Mario) a qual diz que é sem graça, porem mais uma vez sem querer, querendo acaba sendo descoberto por um policial local Tom Wachowski (interpretado por James Mardsen) e isso o faz perder os aneis e Sonic precisa encontrar as argolas, para se teletransportar ao mundo dos cogumelos, infelizmente Dr. Robotnik descobre também a existencia do Sonic e passa a perseguir acreditando que seja uma ameaça, já que ele foi responsavel pelo apagão da cidade.


O filme embora não seja 100% fiel com os games, por incrivel que pareça funciona essa nova empreitada, vemos Sonic se teletransportando ao mundo real e se relacionando com as pessoas, a cena do bar é uma das melhores, por mais que seja clichê, combina com uma ambientação como Sonic, Jim Carrey como Robotnik rouba a cena e se destaca, agradando até os fãs mais exigentes do ouriço, Mardsen também se destaca como uma boa quimica entre ele e o Sonic, gosto muito quando ele brinca com seu lanche, chamando de Sargento Rosquinha. O filme pode ser considerado não como uma adaptação, mas sim uma releitura da franquia Sonic.



O que isso não significa que não tenhamos referencias e easter eggs do Sonic, eles estão lá, alias destaque para um caçador do demonio azul chamado de Carl, o louco, que acredita que o ouriço exista e ninguém acredita nele, ele mostra um desenho do "Sanic" que é um meme da internet que caiu nas graças do povo e outra no final do filme toca a trilha sonora da Green Hill Zone.

Sonic: O Filme dá um grande passo e nos ensina a como adaptar os video games, não precisa ser tão fiel assim com a obra original, mas sim ser divertido, o mais gostoso de ver esse filme é que ao contrario de muitas produções, onde você só assiste uma única vez, este você pode assistir quantas vezes, você quiser e filme assim pra mim, trás muitos mais meritos. Desejo muito que o filme vá bem nas bilheterias para que tenhamos uma sequencia deste filme e assim poderia explorar em Sonic 2, as esmeraldas do caos e o Super Sonic.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Será que os Webtoons vai ameaçar os mangás?



Olá a todos, depois de um descanço, cá eu estou de volta para comentar assuntos do universo animagático. Recentemente eu reparei uma nova midia que está ganhando força e pode acabar com o reinado dos mangás, as webtoons.

Primeiramente o que é webtoons? São os quadrinhos coreanos ou melhor manhwa, durante um tempo tiveram visibilidade com a moda do game Ragnarok, veio também o manhwa baseado no game e alguns outros titulos no Brasil. Com o passar do tempo surgiram muitas tendencias como os celulares e as midias digitais, os autores e editores conseguiram evoluir a maneira de ler os quadrinhos, unindo do util ao agradavel. Ao invés de ler na vertical como 99% dos quadrinhos, você lê na horizontal, feito especificamente para funcionar no celular, deixando a leitura mais fluida, sem gastar tempo como geralmente é a leitura de quadrinhos para celular, em alguns casos é necessário dar zoom e precisa clicar, para avançar na pagina ou seja não precisa de muito esforço para ler uma webtoon.



Por se tratar de manhwa, as webtoons, muitas das obras utiliza o traço de mangá japones e neste caso pode atrair e muito a atenção dos otakus que curte obras com visuais japoneses e assim se sentindo em casa e por ser produzidos em outro territorio, possuem influencias e culturas diferente e os mesmos pode aproveitar para fazer historias que geralmente um mangá japonês não faria e explorar muitas coisas que as obras japoneses não explorou ou jamais exploraria. Até mesmo atraindo a atenção de pessoas que até desistiram dos mangás devido a falta de originalidade e casos controversos.

Outra vantagem é a acessibilidade por ser uma midia feito pra celular, para ler de forma oficial, basta apenas fazer o download na play store, você pode até ler alguns capitulos gratuitamente e se gostar e quiser ler mais, você paga uma mensalidade que varia de acordo com o plano que deseja fazer.



Dito tudo isso, será que realmente vai ameaçar os mangás? Muitas vezes quando surge uma nova tendencia, existe uma visão apocaliptica da midia que era usado, tem casos que confirmaram e outros não. Tem o caso das maquinas de escrever que foram substituídas pelos computadores, das Fitas VHS que foram substituidos pelos DVDs. Há muito tempo acreditavam que a Televisão iria substituir o cinema e o radio, porem não acabou e cada um segue um caminho próprio. Recentemente houve uma discussão sobre o mercado digital de games como a steam que está forte e ganhando espaço, devido o custo-beneficio, porem ainda tem pessoas que preferem adquirir jogos em midia fisica. No caso dos mangás e webtoons acredito que não vão acabar com mercado dos mangás, será o mesmo exemplo conforme mencionado acima, ambos vão seguir seus proprios caminhos, com influencias e culturas diferentes, no maxímo que pode acontecer possivelmente é as webtoons ganharem mais espaço no mercado e talvez vender bem mais que os mangás, porem não a ponto de acabar, ainda será sustentado com suas proprias pernas e ainda terão pessoas que vão querer consumir seus mangás. Já houve um tempo também que os mangás conseguiram vender mais que os quadrinhos, mas não que isso fez com que acabasse com eles. Sempre haverá pessoas que vai se interessar e ainda vão se interessar por mangás e animes, não importa o tempo que passe.

Finalizando quando os animes estouraram nos anos 90 e 2000 falaram que o anime iria ameaçar os desenhos animados e hoje eles co-existem, cada um seguindo seu caminho.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Os animes estão ficando muito pouco originais ou você que não gosta de ver anime?



Olá a todos, muitos fãs de anime aqui no Brasil tem reclamado muito da falta de originalidade nas historias, muitos falam que um anime lembra muito outro anime, por alguma situação que muitas vezes por mais que a historia tenha muitos elementos novos e uma temática completamente diferente, sempre tem um detalhezinho que vão apontar "isso me lembra anime X ou Y".

Recentemente fiz uma pesquisa sobre quais clichês em animes estão ficando cada vez mais saturados e cansados de verem, o que fiquei surpreso, não é que estão cansados ou muito exaustivo, mas sim, não gostam que usem essa formula ou elemento na historia.


Conforme mencionei no post sobre animes de mecha, personagens como Shinji Ikari são despreciados pelo povo, pois o publico brasileiro mais deseja mesmo é um protagonista mais confiante, por exemplo Goku de Dragon Ball é confiante e isso dá mais heroísmo, é um personagem que estamos acostumados a ver, além dos mais confiantes, gostamos dos anti-herois como Alucard de Hellsing, esses tipos de personagens também são clichês, mas são clichês que o publico brasileiro gosta. Note que nós brasileiros sem exceção vimos e mais vimos os super-herois, muitas vezes, antes de começar a ler mangá e ver anime. Superman é confiante e heroico, Batman tem um jeito meio anti-heroi (Não considero, mas chega perto), Wolverine, Arlequina, Deadpool anti-herois que pegaram gosto pelo publico nacional. Agora nos animes, um personagem como Subaru de Re: Zero é um personagem inseguro, tem medos e muitas vezes inútil, porem com suas mortes, ele corrige as cagadas que ele fez, nós nos espelhamos em personagens como superman e batman, pois gostaríamos de ser como eles e quem gostaria de ser o Subaru ou Shinji Ikari? Porem no Japão, personagens assim são mais utilizados, pois o publico japonês mais gostaria é se identificar com o personagem. Afinal se um inútil consegue salvar o mundo, você também consegue.


E esse não é o único ponto, há quem reclame que os shounens ultilizam da formula "poder oculto" que é onde um personagem fraco a medida conforme enfrenta um inimigo overpower (muito poderoso) consegue vencer, mesmo estando fraco, com algum poder oculto. Isso é um conceito que também muita gente não gosta que é do Deus Ex Machina, onde uma solução inesperavelmente milagrosa consegue resolver uma solução que é impossível de conseguir, o motivo de muita gente não gostar é que fica muito sem sentido e inexplicável, além de ser muito inverossímil, apesar de alguns casos explicam até depois que o heroi é de alguma profecia, escolhido ou mesmo é um demônio. Em contrapartida isso dá uma carga dramática do anime em mostrar que a razão do personagem principal precisa muito vencer a batalha como "Eu preciso vencer ou senão o vilão mata meus amigos". Em muitas discussões comentam que evitassem o recurso do Deus Ex Machina.


Diferentemente dos clichês de outras mídias, como por exemplo em quadrinhos brigas de super herois sempre teve, mas muita gente gosta e em games como a fase da água, irritante, porem desafiador não é tão criticado e odiável, pois ao contrario dos animes, estamos acostumados com isso e gostamos de historias assim.

O que podemos concluir é que infelizmente o publico brasileiro, nem todos, não estão cansados de ver a mesma coisa, só estão desinteressados em acompanhar um anime, pois não querem comprar um heroi como Shinji Ikari, pois esse tipo de personagem não convence. 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Entrevista: Thunder (Canal LBTV)


Olá a todos, o nosso entrevistado desta vez é mais do que especial, pois é um youtuber muito conhecido na comunidade otaku. Thunder do canal LBTV que trás conteudo informativo sobre animes, com analise e criticas. Nossa entrevista saindo do padrão será por audio, onde você poderão ouvir a entrevista que fiz para o Thunder que conta sobre seu canal, a amizade com o Araujo do canal Capslock e sobre a atual moda das problematizações. Confira que está imperdivel.

Acompanhe o canal do Thunder

Confira a entrevista aqui.

Acompanhe também o Araujo do Canal Capslock

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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Entrevista: Erick Garcia



Olá a todos, o entrevistado desta vez é fã de games e de animes, faz cosplay desde 2014 e se destacou fazendo cosplay de Ritcher Belmont do game Castlevania Rondo of Blood e o Saitama do anime One Punch Man. Fã de classicos como Akira e recentes como Violet Evergarden. Erick Garcia vai nos contar suas experiencias como cosplayer.



Hey ho Let's go!!!

1- O que te inspirou a fazer cosplay? Como começou a fazer Cosplay?

Tudo começou quando eu comecei a frequentar o meu primeiro Anime Friends em 2010. Vi aquelas pessoas vestidas de personagens de series, animes e filmes, e comecei a tirar fotos. Desde então, eu pensei: eu posso fazer um cosplay também. Foi quando eu fiz o Blade no Anime Friends de 2014. Depois não parei mais.

2- Já gostava de animes nessa época?

Desde essa época não. Desde criança, durante a febre dos Cavaleiros do Zodíaco. Graças a Cavaleiros, pude conhecer um pouco melhor o universo dos animes. Peguei melhor a época dos animes do Band Kids: Dragon Ball Z, El Hazard, Bucky e outros. Isso sem falar na saudosa Locomotion, aonde conheci Evangelion, que a princípio, não entendia muito, por ter uma história complexa




3- Quais são seus animes favoritos?

Varios: Bucky, El Hazard, Tenchi Muyo, Street Fighter Victory, Akira, Violet Evergarden, Your Name, Perfect Blue, Sorcerous Stabber Orphen, Bakuretsu Hunters, Those Who Hunt Elves e Fullmetal Alchemist Brotherhood.

4- Recentemente estão comentando que os eventos de anime estão  perdendo a sua essência e focando mais em quadrinhos, filmes e séries e quase não tem anime. O que você pensa sobre isso?

Eu não acho que tenha decaído. Pra mim, tudo é novidade, até mesmo os eventos de anime. Os cosplays são mais variados e o público é bom. Claro que não chega ao nível de uma Comic Con da vida, mas é o que tem e pode melhorar.



5- O que você acha dos mangás e animes atualmente?

Eu estou meio por fora desse universo. Com relação a animes, tem muitos animes da atualidade que não fazem feio. Um exemplo disso é Violet Evergarden. Gostei muito da qualidade do anime. Uma pena não dizer o mesmo de Nanatsu no Taizai.

6- Por que acha Nanatsu no Taizai ruim?

Por causa da animação de péssima qualidade que teve em sua temporada mais recente. Parece que fizeram a animação as pressas. A primeira temporada tava ok, mas quando vejo um anime com uma qualidade duvidosa nas temporadas seguintes, eu fico desmotivado de ver. Na verdade eu fiz isso com a série Lúcifer, que tava muita enrolação na segunda temporada e por isso tive que parar de assistir.



7- Você assiste animes de todos os gêneros? Incluindo mecha, isekai e esporte?

O gênero que mais me agrada, é o Seinen. Gosto muito de animes sangrentos e violentos, mas com uma história definida. Também gosto de fanservice, mas nada tao exagerado. Agora mechas, isekai e esporte não muito.

8- Por que não assiste os três gêneros citados?

Falta de interesse, eu acho. Os que eu assisti um pouco, foi os de mecha. No caso de Gundam Wing e Macross. Mas pretendo me aprofundar nos gêneros, principalmente nos animes de esporte, a começar por Haikyuu, que é um anime de vôlei, justamente por eu praticar vôlei.



9- Você faz cosplay do Ritcher Belmont de Castlevania. Conte-me vc curte essa franquia? Se sim. Como começou a gostar ela é quais são os seus favoritos?

Eu adoro Castlevania, uma pena eu não jogar os jogos do PlayStation 1 e 2. Só os de nes e snes. O meu favorito é Castlevania Drácula X do Super Nintendo. Foi por causa desse jogo que eu decidi fazer o Richter Belmont.

10- Quais vídeo games você tem atualmente?

Atualmente, eu tenho guardado o meu Nintendo 64 e o Xbox 360. Mas jogo mais nos emuladores da vida.



11- Não joga emulador de PS1 e PS2?

Infelizmente não. Mas pretendo jogar. Mas em compensação, tenho os emuladores de Super Nintendo e Arcade

12- Falando em Xbox 360 já jogou Castlevania Lords of Shadows?

Não. Como eu havia dito antes, só joguei os jogos do snes e nes



13- Quais são seus jogos favoritos?

Street Fighter 2 - Turbo, Super Mario Bros, Mega Man e Mega Man x, Castlevania e International Superstar Soccer

14- Como você escolhe o cosplay para fazer? Você faz um personagem que você gosta ou apenas vê um personagem ou uma imagem e pá diz que quer fazer ele?

Eu faço o personagem que eu gosto. E confesso que o meu favorito é o Saitama. Mas acontece muito de eu observar um personagem e pensar em fazer cosplay dele. Um que eu pretendo fazer é o agente J do MIB Homens de Preto.



15- Você costumiza a própria roupa ou você encomenda a roupa para seus cosplays?

Dependendo do personagem, eu mesmo faço o figurino. Mas no caso do cosplay do Saitama e do Richter, eu mandei costumizar.

16- Qual cosplay você se sente mais prazer de fazer? Aquele que gosta de repetir varias vezes e brincar com ele.

Olha, eu nunca fui de repetir cosplay. Eu sempre vou variando. Pois assim, eu aprendo a gostar mais do universo. Mas um em especial que pretendo repetir de uma forma bem melhorada, é o Blade.



17- Para você o que é mais importante no cosplay?

A diversão. Eu faço cosplay pra me divertir. Nunca faço nada pra querer status ou ser melhor que os outros.

18- O que você acha da comunidade cosplay atualmente?

Eu gosto bastante da comunidade cosplay. Acho que é uma boa forma de interagir com as pessoas. Mas infelizmente tem muitas pessoas tóxicas no meio.



19- Qual seu conselho para quem quer começar a fazer cosplay?

Seja criativo e ignore pessoas tóxicas. Comece fazendo o personagem que você gosta. A gente se sente feliz fazendo o que mais gostamos. Esse é o conselho que dou.

20- Quais são seus planos futuros para cosplay?

Para esse ano, eu quero fazer o Jax do Mortal Kombat, o Makoto Shishio do Samurai X, o agente J do MIB Homens de Preto, Blade em uma versão mais melhorada e John Stewart o Lanterna Verde do desenho da Liga da Justiça



21- Tem algum site, deviantart, pagina cosplay seu que gostaria de divulgar aqui?

Infelizmente não.

22- Considerações finais

Agradeço por fazer essa entrevista e faça como eu: divirta-se sempre e evite os obstáculos o máximo que puder. Caia e levante sempre. Muito obrigado.



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