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sábado, 9 de novembro de 2019

Já está mais do que na hora da Shounen Jump ter editoras mulheres



Olá a todos e será que eu fiquei maluco e estou começando a lacrar? Para inicio de conversa, conforme eu falei eu "problematizo" os "problematizadores" principalmente quando eu discordo de alguma opinião ou percebo que a pessoa não pesquisou muito a fundo para fazer a sua problematização. Porem recentemente houve um burburinho da shounen jump por causa da ilustração de Yuuna com os mamilos de fora e isso levou a questão da possibilidade da shounen jump contratarem editores mulheres na revista.

Recomendo que leia este link para entender essa historia: https://vocesabianime.com/capa-ecchi-de-yuuna-san-levanta-questionamentos-a-jump-sobre-contratar-mulheres-pro-cargo-de-editoras/

Para quem não sabe quando se publica mangás, funciona da seguinte forma o mangá-ká faz a historia e a arte e apresenta na editora o seu mangá, lá um editor faz um analise da obra se pode ser publicada, caso for rejeitada o editor fala dos erros e sugere pontos a melhorar, como uma critica construtiva, para que o mangá ganhe sinal verde para a publicação e é ai que mora o perigo, muitas vezes editor sugere e indica coisas que muitas vezes até mesmo estraga a obra, há dois casos famosos uma em Yu Yu Hakusho, a historia seria uma comedia-romantica espiritual, porem o editor sugeriu que ele tivesse elementos de Dragon Ball, o criador teve que ressucitar o Yusuke Urameshi e colocou elementos de RPG, como a saga de Suzako no inicio da trama, porem o mesmo exigiu que tivesse um "torneio das trevas" semelhante ao torneio de Dragon Ball, para que assim o mangá engate e venda horrores. Outro caso foi o citado Dragon Ball. Akira Toriyama queria encerrar na saga de Freeza, porem como o mangá vendia muito bem no Japão, os editores exigiam que o mangá-ká continue. Recomendo muito que leia ou veja o anime Bakuman para entender melhor como funciona.



Devidamente os editores da Shounen Jump ser formado 100% por homens, muitas vezes as visões podem acabar ficando muito machistas e ultrapassadas, pois alguns colocam visão do tipo "Se esse mangá deu certo fazer isso, por que não fazer com esse também?" e como consequência muitas reclamações principalmente do publico ocidental que inclusive dá mais lucro da Shounen Jump afirmando que os mangás estão com pouca originalidade e apelando para o ecchi para vender. Com editoras mulheres podem dar sugestões melhores para os mangá-kás, como por exemplo se um quadrinho tiver muito ecchi, a editora pode dizer assim "Olha, tem muito ecchi no seu mangá, por que não publica ela na revista Seinen ou revista dedicada a Ecchi?" Eu acredito que na minha opinião quando um mangá-ká for entregar seu mangá para dar uma avaliada, deveria ter três editores para avaliação. Um editor masculino para dar sua visão de mercado, uma editora feminina para dar sugestões e indicações para a historia e porque não um editor "ocidental"? Para dar sua visão de mercado para agradar tanto o Japão, como o mundo. Após os três lerem, ambos fazem uma discussão e dar uma resposta com uma sugestão e indicações para que o quadrinho ganhe sinal verde. Se um editor japonês falar que não iria vender e os outros dois editores responder que gostou muito da historia e não precisa alterar nada, podem chegar e falar "vamos arriscar", se não vender, vamos tentar fazer de acordo com a ideia do editor masculino japonês.


Atualização: Só para reforçar o fato que editores tem controle sobre a historia, tem um artigo que mostra a rotina de Rumiko Takahashi e ela conta que ela se reúne com os editores sobre os rumos da historia, embora tem muita gente que acha que é tudo culpa do mangá-ká e não dos editores:



terça-feira, 2 de julho de 2019

Como eram os eventos antigamente?




Olá a todos, circulou uma foto no facebook, semana passada sobre como era os cosplayers antigamente que eram muito mais amigaveis e hoje só querem fama e ficam apontando defeito no outro. Teve pessoas que falaram que não é verdade e sempre foi desse jeito, há muito tempo tinha tretas dentro da comunidade. Eu acredito assim, cada pessoa, tem um ponto de vista diferente, quando entrou dentro da comunidade cosplay e nos eventos, eu tive uma visão pessoal muito positiva quando entrei em 2010, só a partir de 2014 é que a coisa mudou, de forma lenta, até acontecer o que muita gente reclama dos eventos e dos cosplayers atuais.

Eu vou aqui expor meu ponto de vista, como foi a minha visão entre 2010 a 2014, como eram os eventos, os cosplayers, as tretas, os concursos, a vida dos cosplayers fora dos eventos. Caso não foi desse jeito que eu coloquei, muito provavelmente a sua visão foi muito diferente da minha.

Em um sabado de outubro, em 2010, convencido por amigos de forum a ir nos eventos e fazer cosplay, eu fui no saudoso Anime Fantasy que era um evento que tinha como tema a nostalgia, eu fui com uma roupa inspirada na moda lolita que era Elegant Gothic Aristocrat que era muito popular na época, principalmente pelos animes e bandas j-rock com o Visual Kei. Apesar de ser um visual inspirado (tá mais pra visual gotico), estranhamente muita gente me pedia foto, muita gente mesmo e entre 5 pessoas que me pediam foto, um me perguntava que anime é seu cosplay, logo respondia que não é de nenhum anime e sim "Elegant Gothic Aristocrat" e o pessoal me respondeu que ficou muito foda pra caramba. Era minha primeira experiencia de estar perto de pessoas que também gostam das mesmas coisas que eu gostava, você não se sentia um estranho por gostar de animes, você pode falar de animes a vontade com as pessoas, quando apareceu um cosplayer do Alucard de Hellsing e eram dois, eu estava acompanhando Hellsing Ultimate e falei putz estava vendo o episodio que ele vai ao Brasil e é muito louco, o cosplayer me respondeu que passou a fazer cosplay do Alucard, gostar mais de Hellsing por causa desse episodio. Depois pedi para ambos tirarem fotos duelando e coloquei na legenda se um Alucard faz estrago, imagine dois? Outro cosplayer que não me recordo o anime, comentei sobre a luta e ela super empolgada ficou falando da emoção dela ao ver essa cena e bolamos as teorias do que pode acontecer nos proximos episodios, como o tema era nostalgia, tinha video games antigos e pude me divertir de graça nos jogos, com Sonic 3 e Bonanza Bros. No final tinha uma banda que tocava as musicas classicas de anime em versão heavy metal e todo mundo cantava junto. Quando acordei em plena segunda-feira, fui abrir meu orkut e minha surpresa tinha uma lista de 15 pessoas querendo me addicionar, por que me viu no evento e queria me conhecer e então foi só alegria.




Já no ano seguinte em 2011, estava muito acomodado a ir vestido com minha roupa inspirada no Elegant Gothic Aristocrat, entretanto algumas pessoas que são adeptas a comunidade que curte esse estilo, me pediu para não usar esse termo para batizar meu visual, pois estava prejudicando, por uma coisa que não é. Fui apenas falar que eu estava de visual gotico, porem o pessoal não se importava, adoraram muito meu estilo.

Ainda em 2011, novamente no Anime Fantasy, estreiei meu primeiro cosplay, Alucard do anime Hellsing, fiz de maneira mais improvisada possivel, usei terno de verdade por baixo do sobretudo vermelho, chapeu de tecido, pistolas de madeira pequenas, sem os nomes "Hellsing ARMS .454 Casull Auto" e "Jesus Christ is in Heaven now". Não estava perfeito, mas o que importa é seu amor pelo personagem e estar vestido. Todos reconheceram e tiraram foto do meu cosplay, muita gente fez exatamente o que fiz a um ano atrás, vieram perguntas como "Por que diabos você se transforma em um cachorro?" e fui explicar de acordo pelo que entendi do anime Hellsing, a amizade que tinha contato a um tempo atrás, pude reve-los e conversar com eles, falando das coisas da vida. Uma dica que recebi desse pessoal é de se reunir na Liberdade, nos finais de semana, quando não tem evento, pois os mesmos ocorriam uma vez a cada dois meses, quando ia por este bairro era como se estivesse dentro do evento, as pessoas que frequentavam estavam por lá, sem cosplay e me levavam ao Sogo, onde vendiam mangás, animes e games, além de produtos relacionados como ficheiro, mochila, bottons e no final do dia reuniamos na area aberta Mc Donalds para bater papo sobre coisas otakus, trabalho, familia e a nossa vida.



No final do ano ganhei um sobretudo da Akatsuki de Naruto, logo aproveitei para fazer o Itachi, já que tinha um cabelo grande, estreiei junto com um amigo que fez outro personagem de Naruto, para fazermos dupla. Foi muito bem sucedido, embora muita gente falou pra mim vir de Alucard que gostavam tanto dele e de mim fazer e depois voltei a fazer o Alucard que muitas pessoas gostavam.




Nesse mesmo ano houve uma treta em relação ao local do Anime Friends que foi feito em um lugar pequeno ao invés do Mart Center que costumavam fazer, eu fui um dos que recusavam a participar desse evento, fizeram um encontro cosplay como alternativa, onde pude participar, não só tiraram foto do meu cosplay, como até marcaram o dublador dele na minha foto.

Mais tarde comprei os acessorios do cosplay do Vampire Hunter D, fiz de forma super improvisada, ficava e muito com vergonha de fazer ele, porem era de um personagem que gostava muito por se assimiliar muito com Castlevania, ´porem muita gente me pedindo fotos, fizeram até um photoshoot desse cosplay de graça, logo percebi que a qualidade do cosplay não importava muito, mas sim, seu amor pelo personagem.






Em 2013 mais um personagem que marcou minha época, me vestindo para ser esse personagem Abel Nightroad do anime Trinity Blood, desta vez caprichei muito, usei maquiagem, usei peruca pela primeira vez, logo após ter feito, muita gente veio no meu facebook, me pedindo dicas de onde tem pra baixar o anime, projetos de fazer a Esther Blanchett e a Seth Nightorad, tudo por causa do meu cosplay que fez o povo se interessar pelo anime e gostaram pra caramba, percebi que meus cosplays ajudam até inclusive  a divulgar o anime para o pessoal que visse meu cosplay a acompanhar pela internet.



A partir de 2014 é que as coisas começaram a mudar, os cosplayers se comportaram de forma estranha, principalmente quando uma pessoa chegou no meu facebook dizendo que meu cosplay do Alucard estava muito ruim e precisava fazer um chapeu de EVA e as armas tinham que estar do tamanho exato, pois falaram que "isso não é cosplay e sim uma releitura do personagem e era uma ofensa ao autor", outro foi em uma discussão sobre Trinity Blood, falei que gostaria de fazer o Issak, me responderam que eu não deveria fazer ele, pois eu não era androgeno o suficiente para fazer ele e ainda me completou "Seus cosplays eram mal feitos". Essas frases me marcou muito de forma negativa. Logo quando antes a qualidade não importava muito, agora torna-se importante?

A partir dai fiz cosplay do Aioria de Leão, mostrei que também posso fazer cosplay de qualidade, muita gente me elogiou, dizendo que era o melhor cosplay que já fiz. Apesar de muita gente tirar foto, mais tarde o pessoal não chegava para falar comigo, nem pra me cumprimentar nos eventos, pois eram muito reservados e só podiam ter contato com pessoas mais proxímas e que não eram obrigado a fazer amizades com os outros. O fundo do poço foi quando fiz cosplay do Yusuke Urameshi de Yu Yu Hakusho que é um dos meus animes favoritos, ninguém quis tirar foto e me dizeram "Se estivesse de Capitão America, quem sabe?" e imediatamente respondi "achei que isso fosse um evento de anime" e logo quando reclamei disso, me dizeram que ninguém era obrigado a ficar tirando foto e querer saber que anime que é seu cosplay? Foi ai que caiu a ficha o publico que frequenta os eventos de anime mudou, como consequencia os eventos e os cosplayers também mudaram, para se adequar ao novo publico.



Esse é minha historia dos eventos, sob meu ponto de vista, os eventos e os cosplayers eram bons, na minha opinião se gosta de receber fotos e fazer novas amizades dentro do evento sim, tinha treta, tinham, mas não eram muito repercutido e nem se envolvia muito, o segredo da felicidade na época era estar por perto de pessoas que te admiram e te respeitam, nunca querer agradar os outros, senão você mesmo.

Se um dia as coisa voltarão a ser como antes, bom nada na vida é eterno, tudo é passageiro, estrelas explodem, buracos negros evaporam. Teve uma época que diziam que fazer jogos no Japão morreu, porem houve uma volta por cima dos japoneses nos games. Pode ser que veremos uma nova geração de cosplayers de animes japones nos eventos.​


segunda-feira, 27 de maio de 2019

Cosplayers Brasileiros de Yu Yu Hakusho




Olá a todos, entre os animes que mais me marcaram estão Cavaleiros do Zodiaco que me fez conhecer os animes, Hellsing que me fez conhecer animes pela internet e Yu Yu Hakusho que mostra que animes não precisa ter armaduras, monstrinhos de bolso para fazer sucesso e outra coisa marca também a sua dublagem feita nos estudios do Rio de Janeiro que trouxe vozes que antes acostumados por filmes Hollywoodianos para a cultura japonesa. Ele marca também por ser o ultimo grande sucesso da Manchete, depois que a febre Saint Seiya estava esfriando, tivemos Shurato e Samurai Warriors para suprimir a falta de novos episodios de CDZ, já que tinham passado tudo que tinha que passar e a saga de Hades não tinha sido adaptado em anime. Veio um anime de muito sucesso da Shonen Jump, usava como tema espiritismo e youkais das lendas japonesas, com uma mistura de RPG e torneio de lutas. Além de fazer referencia a jogos de lutas como Street Fighter, já que video games era a sensação do momento. Yu Yu Hakusho ajudou a dar uma levantada a dar um novo ar para as animações japonesas, depois superado por Pokemon e Dragon Ball Z.

Na historia Yusuke Urameshi, um aluno delinquente morre atropelado, como não era a sua hora ainda, ele é guiado por Botan, para ressucitar seu corpo e mais tarde ele iria se tornar um detetive sobrenatural para investigar a aparição de youkais que ameaçe a vida dos humanos, mais tarde ele conhece Kurama um youkai que ressucitou como humano e como consequencia, se apegou muito a eles, deixando de ser maligno e Hiei, um youkai inimigo que passa a ser aliado pouco tempo depois, nesse meio Kuwabara que antes era um rival de Yusuke, vira amigo, depois que descobre ter poderes espirituais passa a agir também como parceiro de Yusuke como detetive sobrenatural. ​



















































sábado, 19 de março de 2016

Coisas que irritam os otakus

Não tenho vergonha de admitir, eu sou um otaku, adoro ficar horas vendo anime (apesar de ultimamente, ando mais lendo mangá), coleciono action figures relacionado aos desenhos japoneses (A maioria evangelion), tenho uma dakimakura da Asuka de Evangelion e faço cosplays só relacionados a cultura pop japonesa. Porem desde que comecei a entrar nesse mundo animangático, presenciei muita coisa que dá nos nervos, pessoas que parecem fazer de tudo pra odiar os animes, expressando opiniões sem fundamentos, com base de achismos, sem pesquisar a fundo de como funciona os mangás e animes, colocando criticas e comparando com quadrinhos e desenhos. 
Essas são algumas coisas que uma pessoa de mente fechada fica expressando por ai e por mais que argumentamos, eles parecem não se tocarem e fica querendo dar o ódio aos animes, por falta de conhecimento ou besteira e muitas vezes nem dá a chance de apreciar essa cultura que tanto amo e adoro.




Falta originalidade nos animes.


Yu Yu Hakusho


Nossa quantas vezes já ouvi de pessoas sejam elas que gostam ou não de animes, expressar seu odio, sem pesquisar a fundo sobre como funciona os animes, falando que os mangá-kás são presos de alguma forma em alguma barreira, sem querer ousar mais, por xenofobia ou qualquer outra coisa. 
E quantas vezes tive que explicar que a falta de originalidade não é culpa do autor, mas sim da editora, Yu Yu Hakusho, ele não seria o que foi. Ele era pra ser um romance espiritual, falando no brigão de rua Yusuke Urameshi que morre e deve executar tarefas, para conseguir ressucitar, porem como tava indo ruim nas vendas, a Shounen Jump (editora do Japão) decretou o ultimato, faça dele um Dragon Ball Z espiritual e o autor Yoshihiro Togashi, foi obrigado a mudar os planos, mudando o roteiro, ressuscitando o Yusuke, agora como detetive sobrenatural e a Shounen Jump ainda teve a gracinha de exigir um torneio de artes marciais, como era em Dragon Ball, para vender ainda mais e o resultado? Yu Yu Hakusho é melhor anime de todos os tempos.
Ainda mencionando Dragon Ball, o proprio Akira Toryiama falou diversas vezes que desejava terminar Dragon Ball na saga de Freeza, porem a Shounen Jump rejeitou a ideia e disse "Acaba uma ova! Continue!", tivemos a saga de Cell, também uma das melhores e tereia um ótimo desfecho em que o heroi morre e pede pra não ser ressucitado, passando seu fardo a Gohan, mas mais uma vez a Shounen Jump exige dar sequencia e tivemos a fraca saga Boo e detalhe, ele seria uma saga paralela com Gohan como heroi, porem a Jump queria que o Goku fosse o heroi e foi aquela salada.
Pra não dizer que estou exagerando, recentemente saiu o mangá de Samurai X/Rurouni Kenshin que é a versão do autor, mostrando como o mangá-ká queria que a historia fosse.

Os animes atuais são ruins.


One Punch Man


Esse é o argumento de alguém que está preso no boom dos animes do final dos anos 90 e inicio dos anos 2000, quando houve a febre pokemon, as revistecas Ultra Jovem divulgava animes que eram a ultima moda do Japão, a Locomotion vinha com tudo trazendo o carro chefe Neon Genesis Evangelion, a Cartoon Network contra-atacava com Gundam Wing e Inuyasha e a internet oferecia um pacote de animes direto do Japão legendado para o deleite do otaku mais bonado. E quem não tinha grana, a opção ficava com a Liberdade que oferecia VHS e DVD dos animes que podia acompanhar, mais tarde a moda secou, pois era tanto anime e o povo mais vidrado em animes modinhas como Naruto e Bleach, que passou a desinteressar por qualquer anime que não seja ambos, outros simplesmente não se interessam, botando defeito em tudo, até onde não existia, considerando que houve uma perda de qualidade dos animes, que não se lembram da época em que anime era novidade.
Primeiro não é possível agradar a todos, segundo animes continuam a fazer sucesso até mesmo hoje, um exemplo é Shingeki no Kyojin, um anime recente que surpreendeu bastante pela sua qualidade, mesmo com seus clichês, ele se surpreende, ainda mais que foi conhecido como o mangá rejeitado da Jump e o sucesso foi um tapa na cara deles, outro exemplo é Jojo Bizzare Adventure, um anime baseado em um mangá de sucesso, que é viciante. Ainda tivemos One Punch Man, um anime que arrancou elogios inclusive do site Judão, onde narra as aventuras de Saitama um heroi que consegue derrubar tudo com um único soco. Agora dizer que os animes perderam a qualidade, só se saiu nenhum que fosse do seu agrado, pois fãs de Guardiões da Galaxia, podem gostar de Cowboy Bebop, fãs de Star Wars, podem gostar de Gundam, fãs de Mercenarios, podem gostar de Black Lagoon ou Hellsing. E já que toquei nesse assunto...

Anime que não for Naruto, Bleach, Death Note ou qualquer modinha, não presta...


Gunnm


Você é um daqueles que segue a onda do momento ou o que for da boca do povo, certo? Se um anime for desconhecido ou antigo, a qualidade também deve ser questionável? Já dizia uma vez, cujo autor é desconhecido ou pelo menos pra mim que boas vendas não são sinônimos de qualidade, se um anime é moda, ele tá por lá devidamente para vender, fazendo marketing e tem tanto anime bom por ai que só de ver um capitulo, já quer ver mais e mais daquele anime, querendo saber o que acontece? Yu Yu Hakusho foi tão esquecido, até mesmo tem pessoas mais velhas que nem se lembra do anime que recuperou o folego dos animes, depois que Cavaleiros do Zodiaco estava começando a ficar morno e a moda se secando, devido a enésima reprise do anime na Manchete, mostrando que anime é mais do que armaduras, monstros fofinhos. Também tem Evangelion que mudou a industria de animação japonesa devido a complexidade do enredo. Entre os desconhecidos temos Blood+ que foi elogiado até mesmo pelos criadores (a) de Matrix e Gunnm que James Cameron gostou tanto que quer adaptar esse mangá para os cinemas. Procure abrir um pouco a mão de Naruto e Bleach e comece a acompanhar animes clássicos e desconhecidos, você poderá expandir sua mente e ser mais aceito pelo povo que curte animes.

As HQs e Desenhos animados são infinitamente melhores que os mangás e animes.


Vampire Hunter D HQ


Admito que boa parte da culpa dessa afirmação e dos otakus que com o boom dos mangás e animes, passaram a comparar com as produções não japonesas, além também tudo culpa das revistecas Ultra Jovem e Heroi, só pra fazer o povo se interessar ainda mais. Tudo bem que nos anos 90 os desenhos animados eram questionáveis, pois são de foco unicamente e exclusivamente a criançada e rolava todo preconceito com os animes por serem violentos, pois o povo com a mente fechada ou que gostava de ver o circo pegando fogo, não acreditavam que tais animes eram feitos por adultos e hoje tem desenhos animadas inclusive adaptados dos melhores arcos como Batman - O Cavaleiro das Trevas, A morte de Superman e A Piada mortal. A questão é tanto os mangás e animes, quanto os desenhos animados e quadrinhos são produções feitas por diferentes terras e não devem ser comparados de forma alguma, pois tem tanto mangá que dá 10 a 0 aos quadrinhos, como tem quadrinhos que dão 10 a 0 aos mangás, pois cada obra tem cultura e influencia diferente, tem até quadrinhos que foram inspirados em muitos mangás, existe HQ baseado em um mangá como Macross (Robotech), Dirty Pair, Vampire Hunter D, Eatman, como também mangás baseados em quadrinhos como Batman a mascara da morte, Witchblade e os recentes animes da marvel.

Anime deveria expor obras focadas só no Japão.


Kuroshitsuji


Mais uma afirmação que irrita bastante os otakus, quer dizer que o Japão só deve falar de Samurai e nunca ambientar suas historias em outras terras? Nem mesmo criar outro mundo, outro universo, simplesmente porque não são nem um pouco fieis a sociedade, a politica e a religião do Reino Unido, China, Estados Unidos, Mexico e o raio que te parta? Ora nem mesmo as obras estrangeiras também se salvam. Indiana Jones tem muitos erros históricos e geográficos, por falta de pesquisa (no ultimo filme colocaram o Machu Picchu no lugar errado), O livro best-seller brasileiro Angus tem muitas incoerências históricas, Memórias de uma Gueixa, colocaram chineses pra interpretar japoneses. 
Isso não é um erro exclusivamente só do Japão, fora que os japoneses idolatram a cultura britânica, referente a era vitoriana, graças a ela tivemos a moda lolita, isso sem falar que com essa afirmação, também deve odiar qualquer obra steampunk, por fugir muito da historia e ser mais fantasioso.

Quem ver Shoujo, Yaoi e Yuri é viado.


Angel Sanctuary


Isso já é bem pesado, pois expressar essa opinião demonstra que a pessoa é machista e homofóbica, alias foi por causa dessas atitudes que muitas garotas, passaram a ter aversão aos shounens, independente da qualidade da obra, por raiva desse povo. Qual o problema do genero ser diferente? Temos Angel Sanctuary que é um shoujo, porem tem lutas e batalhas, além de se focar na mitologia da angeologia e da bíblia, também temos X da Clamp que é um shounen-ai, porem aborda o apocalipse e muita luta, até mesmo um anime de prestigio que foi exibido no extinto Animax Get Backers, embora o anime não foca ou melhor censura, o mangá é yaoi. O anime pode ser de genero relacionado ao homosexualismo, mas pode abordar temas mais interessantes, que até mesmo o relacionamento seja apenas um coadjuvante e até mesmo você nem perceba que o amor do mesmo sexo esteja presente. Alias até animes shounens tem um pouco de yaoi caso olhar atentamente em algumas suspeitas de personagens.

E não... Não sou gay... 

Anime não é nada de útil e não presta.


Doraemon


Anime é um estilo visual diferente e exótica e uma forma de entretenimento como qualquer outra mídia, seja novela, desenho, livro e o escambau. Além disso tem muitos mangás e animes que ensinam muitas historias do Japão como Rurouni Kenshin que é uma ficção histórica, contando sobre a era Meiji, sendo um supra sumo em fidelidade histórica, fora esse temos o mangá Densha Otoko que é baseado em fatos reais, onde um otaku salva uma garota de ser abusada sexualmente em um metro e ela acaba se apaixonando por ele, sem ligar pelo fato dele ser otaku (no Japão, otaku é um termo pejorativo pois significa que a pessoa é retardada, apesar de significar que a pessoa é fã). Se achar que anime é violento, temos obras infantis japonesas, no Japão existe o genero Kodomo se expressa a positividade e a educação as crianças, temos Hamtaro, Hello Kity, Doraemon, Meu vizinho Totoro, entre outros.  




Essas são só algumas coisas que me recordo das expressões das pessoas que tanto gostam ou não gostam de animes fica argumentando a razão de não ver aquele anime ou que odeia com todas as suas forças super saiyajin contra os animes, se conheçe mais algum comente aqui em baixo, quem sabe eu posso fazer uma parte 2 aqui no meu blog?